Muita empresa trata o transporte dos funcionários só como um custo: vale-transporte, estacionamento, reembolso de combustível. Mas o jeito como a equipe chega ao trabalho influencia quanto ela rende durante o dia. Em São Paulo, onde o trânsito toma horas da rotina, isso fica ainda mais evidente.
Quanto tempo o paulistano perde no trânsito
A pesquisa Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana, da Rede Nossa São Paulo com o Ipec, mostrou em 2024 que o morador da capital gasta em média 2 horas e 25 minutos por dia se deslocando. Para quem depende de ônibus, trem ou metrô, a média sobe para 2 horas e 47 minutos.
São quase três horas por dia em pé, em baldeação ou parado no congestionamento. Esse tempo não aparece na folha de pagamento, mas aparece no cansaço, nos atrasos e na disposição de quem chega para trabalhar.
Deslocamento ruim derruba a produtividade
O efeito do trajeto no trabalho já foi medido. No Reino Unido, o estudo Britain's Healthiest Workplace (VitalityHealth, Universidade de Cambridge, RAND Europe e Mercer), com mais de 34 mil funcionários de 160 empresas, encontrou que:
- ✓ Quem leva menos de 30 minutos para chegar ao trabalho teve o equivalente a 7 dias a mais de tempo produtivo por ano do que quem leva mais de 1 hora.
- ✓ Quem enfrenta trajetos longos teve 33% mais chance de depressão, 12% mais chance de estresse ligado ao trabalho e 46% mais chance de dormir menos de 7 horas por noite.
Um estudo publicado em 2025 na revista Transportation Research Part F (Zhu, Wang e Chen), que acompanhou 340 funcionários em três etapas, chegou a uma conclusão parecida: o estresse do trajeto aumenta as emoções negativas e isso reduz o desempenho do funcionário no trabalho, tanto nas tarefas do cargo quanto na colaboração com a equipe.
O tempo de viagem muitas vezes não tem como diminuir, porque a distância continua a mesma. O que a empresa pode mudar é como esse tempo é vivido: sentado, com ar-condicionado, sem baldeação e com horário certo.
Qualidade de vida começa no trajeto
Quem usa transporte público lotado sabe como é começar o dia já estressado. Esse desgaste não fica na porta da empresa: entra junto com o funcionário e afeta o humor, a atenção e o relacionamento com a equipe. Por isso, na NNExpress a gente trata o fretamento como um benefício de qualidade de vida, e não só como transporte.
O que muda com o fretamento
No fretamento contínuo, a empresa contrata uma linha exclusiva que busca os colaboradores em pontos combinados e leva direto até a unidade, todos os dias, com o mesmo veículo e o mesmo motorista.
- ✓ Conforto: todo mundo vai sentado, em veículo climatizado. Dá para descansar, ler ou simplesmente chegar menos cansado.
- ✓ Pontualidade: sem esperar ônibus lotado nem trocar de condução, a equipe chega junta e no horário do turno.
- ✓ Segurança: motoristas com curso de transporte de passageiros e treinamento em direção defensiva, veículo com manutenção em dia e seguro de passageiros. Na NNExpress, a frota é licenciada ARTESP, SPTrans, Cadastur e Antt.
- ✓ Custo previsível: valor fechado em contrato, sem variação de reembolso de combustível ou estacionamento.
- ✓ Atração e retenção: transporte até a porta pesa na escolha de quem mora longe ou trabalha em turno, e ajuda a empresa a contratar e manter gente boa.
Fretamento é transporte sustentável
Cada ônibus de fretamento leva de 40 a 50 passageiros. Um estudo da ANTP feito a pedido da Fresp (federação das empresas de fretamento de São Paulo) comparou o espaço ocupado: um ônibus fretado usa cerca de 54 m² de via, enquanto 40 carros ocupam cerca de 1.200 m².
Nas emissões, a diferença também é grande. Um levantamento do IEMA (Instituto de Energia e Meio Ambiente) para a cidade de São Paulo mostrou que os automóveis transportavam cerca de 30% dos passageiros, mas respondiam por 72,6% das emissões de gases de efeito estufa do transporte de pessoas. Por passageiro, o carro com uma pessoa emitia cerca de 65,8 g de CO₂ equivalente por quilômetro, contra cerca de 17 g no ônibus, quase quatro vezes menos.
Para a empresa, isso significa reduzir as emissões ligadas ao deslocamento da equipe, um dado cada vez mais cobrado em relatórios de sustentabilidade e ESG. Na NNExpress, a frota roda com diesel S10, o diesel de menor teor de enxofre vendido no país.
Como a NNExpress monta a linha da sua empresa
Com garagem própria em Carapicuíba desde 2004, a NNExpress transporta cerca de 3.200 passageiros por mês. Para montar uma linha de fretamento, levantamos os bairros dos colaboradores e os turnos, desenhamos a rota com o veículo do tamanho certo (van, micro-ônibus ou ônibus) e enviamos a proposta com valor mensal fechado. Nossa consultoria de rotas busca o menor custo possível para a empresa.
Atendemos empresas de Carapicuíba, Osasco, Barueri, Alphaville, Santana de Parnaíba, Cotia e de toda a Grande São Paulo. Saiba mais em fretamento contínuo para empresas.
Fontes
- Rede Nossa São Paulo e Ipec. Viver em São Paulo: Mobilidade Urbana, setembro de 2024.
- VitalityHealth, Universidade de Cambridge, RAND Europe e Mercer. Britain's Healthiest Workplace, 2016.
- Zhu, Wang e Chen. The hidden toll of commuting. Transportation Research Part F, 2025.
- IEMA. Carros transportam 30% dos passageiros, mas respondem por 73% das emissões em SP, 2017.
- ANTP e Fresp, citado em Diário do Transporte, setembro de 2025.